Loki caritocaturado

Do eletrificado poeta Carito, sobre o filme Loki – uma cinebiografia do mutante Arnaldo Baptista. As palavras, para Carito, parecem peças de lego no jogo da linguística:

O elo pedido
Assisti ao filme Loki e cheguei em casa e fui correndo procurar minha fantasia de Peter Pan.

Quando o sol nasce do amarelo perdido e só sobra o elo pedido para um novo dia.

Amado amarelo queimado são as cinzas do meu coração ao pôr do sol.

Não estou preocupado com as conexões – entre as frases, entre as fases, conexões tigres, e Eufrates, e eus fracos, meus eus, tão não mais meus, sentimentos velhos com vontade de viver são tigres de bengala, mesmo a palavra de bengala, quero soltar com ela na banguela, soltar o freio de mão, não soltar o seio da mão, tão lindo de acariciar, descobrir teu mistério no acaricio da terra, beijar teu seio e canção.

Amo Arnaldo, mutantes, durantes, e depois.

Amo Arnaldo, gosto que não se descurte.

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