Mal aê, Chico

Caro Chico. Eu e meu amigo Johnny Cash aí em cima queremos pedir desculpas profundas e sinceras a quem quer que tenha se sentido atingido pelas minhas cândidas palavras no artigo publicado nesta terça-feira.

Afinal de contas, Chico, as pessoas têm todo o direito de mudar de opinião e, por algum motivo que só a elas diz respeito, voltar atrás em suas declarações. Não cabe a mim julgá-las. As pessoas, também, podem se valer de nomes falsos para pregar retidão e honestidade e dar lições de moral aos outros, não é, Chico?

O ‘problema’ com a inclusão social é que todo idiota minimamente alfabetizado se acha no direito de ensinar aos outros o que é jornalismo. Vocês, da FJA e da Funcarte, sabem o que fizeram (ou deixaram de fazer, no caso). Sabem ainda que eu sei disso. E que agora todo mundo que conhece vocês sabe também. Não retiro uma única palavra do que disse. Minha parte está feita.

Não sou de tapinhas nas costas. Prefiro entrar na voadora.

Um abraço.

Jornalista, com passagem por várias redações de Natal. Atualmente trabalha na UFPB, como editor de publicações. Também é pesquisador de HQs e participa da editora Marca de Fantasia, especializada em livros sobre o tema. Publicou os livros “Moacy Cirne: Paixão e Sedução nos Quadrinhos” (Sebo Vermelho) e “Moacy Cirne: O gênio criativo dos quadrinhos” (Marsupial – reedição revista e ampliada), além de várias antologias de artigos científicos e contos literários. É pai de Helena e Ulisses. [ Ver todos os artigos ]

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