Manual do estilo desconfiado

Por Fernando Paixão

Até segunda ordem, todo texto é suspeito.

aqui

Comentários

Há 4 comentários para esta postagem
  1. Jarbas Martins 12 de dezembro de 2011 15:09

    Parece que o texto é de Fernando Paixão, ele faz uma autocitação.O que torna a coisa mais chata ainda.

  2. Jarbas Martins 12 de dezembro de 2011 15:03

    Eu sou um chato e a coisa que eu mais detesto…é a chatice de ler uma citação de gente que não sabe utilizá-la.Vejam só essa frase de Fernando Paixão. Além de não não acrescentar nada ao texto, a frase é tão enfática (para não dizer autoritária), que quando eu leio penso logo em ficar em posição de sentido.

  3. Jóis Alberto 11 de dezembro de 2011 18:16

    Júlio Neves, o máximo que você consegue em crítica cultural é reeditar uma lista dos chatos? Anote o meu nome para qualquer categoria de chato, porque ainda está para aparecer uma alma penada mais assustadora do que a sua para eu temer polemizar. Tô morrendo de medo da tal lista de chatos! Pra mim, ela é apenas um pretexto para eu ter oportunidade de criticar muitos babacas que pululam na província…

    A arte é longa, a vida é breve! Mas desejo vida longa a todos detratores, porque eu também tendo vida longa não darei tréguas um minuto sequer para desancar mediocridades como a sua… Assim, não serão só 20 anos não, mas ainda várias décadas pela frente. Quem viver, verá!

  4. Júlio Neves de Araújo 11 de dezembro de 2011 12:56

    Alex e Alice,
    No próximo ano a lista que provocou mais furor e diversão na província completa 20 anos. A famosa lista dos 70, assim denominada porque nominava os 70 caras mais chatos de Natal naquele início da década de 1990. Ainda hoje rio só em pensar nela. Como voltaram a falar no assunto aqui, inclusive com sugestões de uma nova edição, revista e, obrigatoriamente ampliada, visto que o número de chatos aumentou assustadoramente, tenho também uma sugestão, criar uma categoria específica para o Substantivo Plural, onde teríamos, por exemplo, o chato poeta, o chato acadêmico, o chato jornalista cultural, o chato rebelde, o chato ególatra, e por aí afora, além de o chato dos chatos, o número um, o sujeito que abarca quase todas essas categorias, embora, na minha opinião, seja quase impossível essa escolha devido algumas candidaturas muito fortes na disputa, perdoem o clichê, mas será um verdadeiro ‘duelo de titãs”.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo