mar,

e
se
eu
não
me
atravessar
esse
pedaço
de
braço
de
mar
de
mim
não
saberei
o
oceano
que
mora
nesse
corpo
raso
que
rasgo
de
sertão
árido
semi
profundo
assim
g
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t
e
j
a
n
d
o

Comentários

Há 7 comentários para esta postagem
  1. DAMATA 3 de novembro de 2013 11:58

    Obrigado meu querido amigo. Eu e o Rolim vamos fazer um curso intensivo com Ednard para aprender colocar fotos ilustrando os poemas.

    Tenho dúvidas ate, meu amigo, se é mesmo necessário por isso não te remeterei dessa vez.

    Acho q muitas vezes a ilustração diverge do escrito e quer dizer mais do que esta dito. O poema não precisa de vestido. O poema é …

    Um Bom Domingo para ti e os amigos do SP.

  2. Anchieta Rolim 2 de novembro de 2013 19:01

    Valeu, Oreny. Mais um belo poema. Massa demais!

  3. DAMATA 2 de novembro de 2013 8:54

    amigo Tácito. Tenho um poeminha ai na lista faz uma semana. Gostaria de colocar uma foto. Ednard ensina. Bjs. Bom Dia dos Mortos

    • Tácito Costa 3 de novembro de 2013 11:34

      Damata velho de guerra, envie a foto que eu posto. O poema está no ar. Abç.

  4. Marcos Silva 1 de novembro de 2013 17:00

    Oreny, Jorge Fernandes é grandioso, ponto para Cascudo e Mário, que sacaram sua magnitude – os concretistas paulistas pisaram feio na bola em relação a Jorge. Mas sua solução gotejante é diferente daquela balouçante rede.
    Não sou crítico literário, sou leitor mesmo. Acho necessário falarmos nossas leituras, dialogarmos sobre entendimentos de poemas.
    Abraços:

  5. Oreny Junior 1 de novembro de 2013 13:21

    Marcos, nós só recriamos. Belo é Jorge Fernandes, com “Rede”, onde se destaca a forma de SUSPENSA, isso é Divino pra época que foi escrito. Fico grato com seus comentários, o incentivo é uma forma de se produzir mais, com mais estilo e lapidação.
    Abração!

  6. Marcos Silva 1 de novembro de 2013 10:38

    Belo poema.
    Minha tendência, ao lê-lo, é fazer a divisão

    e se eu não me
    atravessar
    esse pedaço de braço
    de mar
    de mim
    não saberei o oceano
    que mora nesse corpo
    raso
    que rasgo
    de sertão
    árido
    semi
    profundo
    assim
    g
    o
    t
    e
    j
    a
    n
    d
    o

    A verticalização da palavra final é um achado muito bonito, materialização visual do próprio significado.

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