Marianne Birthler/Entrevista

ISTOÉ – O filme “A Vida dos Outros” (2006) mostra como um policial protegeu um investigado por consciência. Há algum paralelo com a realidade?

Marianne – O enredo do filme é um conto de fadas. Não temos notícia de oficiais da Stasi que protegeram pessoas espionadas. Isso nem teria sido possível, pois os colaboradores da Stasi também eram supervisionados. Na rotina da Stasi, todas as atividades descritas no filme eram separadas e executadas por colaboradores distintos, que nada sabiam um do outro e, muitas vezes, nem conheciam a finalidade da sua tarefa.

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