Matisse é muito

João da Mata:

Além de concordar com o excepcional nível de Matisse (felizmente, ricaços brasileiros compraram obras dele até os anos 50/60, contamos com grandes exemplos em museus), vale lembrar que as séries “Jazz” e “Circo” (a última compareceu na exposição da Pinacoteca de SP) são consideradas inaugurais para a Pop-Art: papéis pintados e recortados, soluções plástics pré-existentes (cartazes) e reinventadas…

Abraços:

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

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