Matisse é muito

João da Mata:

Além de concordar com o excepcional nível de Matisse (felizmente, ricaços brasileiros compraram obras dele até os anos 50/60, contamos com grandes exemplos em museus), vale lembrar que as séries “Jazz” e “Circo” (a última compareceu na exposição da Pinacoteca de SP) são consideradas inaugurais para a Pop-Art: papéis pintados e recortados, soluções plástics pré-existentes (cartazes) e reinventadas…

Abraços:

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