MATTINATA

Fernando Monteiro

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Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. Fernando Monteiro 23 de agosto de 2012 10:26

    Cassionei, Jarbas,

    é a quinta-feira da semana no meio indeciso
    entre a segunda que já foi e o sábado que ainda vai chegar
    — de modo que vocês dois me empurram para a espuma
    do Domingo (que é sinal de manhãs ainda de otimismos
    em face da opacidade do mundo)!

    Se isso aí em cima parecer muito cifrado etc, é só uma forma de dizer que vossas atenções iluminam esta minha (velha) estrada…

  2. Jarbas Martins 22 de agosto de 2012 20:56

    A poesia do livro-poema MATTINATA, de Fernando Monteiro, não se distancia do seu romance (que pouco conheço), e do seu cinema que ignoro por completo. Não é por isso que deixemos de notar a forte presença daquele velho gênero do século XIX, neste poema neobarroco do século XXI, onde a narrativa despojada, seca,montagística, feita de claro-escuros,entremeada de citações e diálogos, metonímica mais que metafórica, denuncia de imediato o consciente uso da técnica cinematográfica. Unidos, pois, se encontram duas artes que ganharam força em séculos passados.Só o poema é nosso contemporâneo, com suas referências à morte, ao naufrágio, à separação, à uma disfórica alusão ao amor.

  3. Cassionei Niches Petry 22 de agosto de 2012 19:47

    Vou ler, reler, tresler. Abraço, Fernando Monteiro, do Cassionei, conterrâneo do Graumann.

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