Meu traumatismo ucraniano

“É um danado, esse Benjamin Moser. Lá no Texas, onde nasceu, ele cismou um dia de aprender mais uma língua (hoje seis estão no papo), e, tendo desistido do mandarim, escolheu o português. Não demorou muito e o moço, atualmente com 33 anos, caiu em cima de um livro de uma brasileira nascida na Ucrânia — e caiu também apaixonado. Daí a pouco estava o Benjamin metido na empreitada nada simples de biografar a escritora, com a complicação adicional, para um pesquisador, de estar morando na Holanda, longíssimo de onde viveu Clarice Lispector”.

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