Michael Jackson é a ‘Pietá” do pós-modernismo

Essa é só uma das pedras-de-toque do livro “A Calma dos Dias”, de Rodrigo Naves ( Companhia das Letras, 2014).Em sua escrita híbrida de poesia, breves contos e ensaios, Naves, que também é crítico de arte, descreve-nos um quadro espantoso da Pós-modernidade.Vejamos esse fragmentado, ácido e delicioso trecho sobre o gênio da Pop Art:

“MICHAEL JACKSON- Da bolha de oxigênio puro à aparência harmoniosa, da castidade à voz límpida, tudo nele parece aspirar a uma atemporalidade sem mácula.Ele fez do ideal pós-moderno – a transformação da realidade em imagem – algo a ser testado na própria carne.E de fato  Michael Jackson é a “Pietà” do p-os-modernismo”

 

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