minha confissão glaucomattosiana

ainda muito menino
mijava à tampa do vaso
e lambia

Comments

There are 11 comments for this article
  1. nina rizzi 4 de Abril de 2011 21:50

    mombaça,

    estou lacrimijando: seu poema, como o mijo, é comovente e semiótico. eu o lambo.

    e te.
    beijo.

  2. Alex de Souza
    Alex de Souza 4 de Abril de 2011 22:25

    esse aí tá mais para um haiku.

  3. Laélio Ferreira 4 de Abril de 2011 23:07

    Nina:
    Jarbas, um dia, vai botar tenência nesse menino desbocado – fiq

  4. João da Mata
    João da Mata 4 de Abril de 2011 23:24

    Eu tô besta!

    Alex, Haiku?

    Nina e Jarbas: poema semiótico, intersemiótico blakeano. Biopoema?

    Deve ser pela merda entrando via mangueira. Daí a leitura derriana deleuzina marquiniana.

    Tácito, ajude ai a decifrar!

    Coitado do Mattoso, o maior sonetista vivo do Brasil

    Ps Será que jarbas tá fazendo bem em elogiar tudo que momba faz?

  5. João da Mata
    João da Mata 4 de Abril de 2011 23:59

    Laélio, lembrei de Transpointing que eu vi na Escócia. Ai, sim, ela entra no vaso numa viagem louca pelos canais de mijo, merda e sangue. A viagem de Momba pode está apenas começando… vixe!
    Quando Momba pensa que tá inovando outros ja foram no fundo

  6. Jarbas Martins 5 de Abril de 2011 10:15

    do sempre verde cesário, mais vivo que o mais vivo sonetista de joão da mata:

    “…o espetáculo estimula, torna-nos perversos…

  7. Nabuco Pessoa 5 de Abril de 2011 10:56

    Da Mata: pq correção, era ele e o nome do filme é Trainspotting.
    A mudança de uma letra muda todo o significado.

    E o soneto, haiku ou que diabos seja não é tão ruim assim, Glauco Mattoso acho que se sentiria homenageado.

    Não é bem meu tema predileto mas não vejo mal em ler coisas assim.

  8. João da Mata
    João da Mata 5 de Abril de 2011 11:16

    Nabuco, obrigado pela correção do nome do filme Trainspotting :
    Quando escrevo no escuro e com o teclado sem mouse acontece esses errinhos de digitação. Voce ja deve ter percebido outros mistakes

    Estava na Escócia quando saiu o romance e depois vi o filme retratando o “movimento clubber “. Será que estamos num revival comandado por Jarbas ( o menino mais novo do SP ) ?

  9. nina rizzi 5 de Abril de 2011 12:28

    eu adoro esse filme, joão da matta, ao contrário de outros filmes que focam o olhar do cineasta sobre o usuário, aqui esse usuário é o próprio cinema-olho… demais.

    beijos todos.

  10. chico m guedes 5 de Abril de 2011 19:31

    antes o gosto de mijo do que da enjoativa água com açúcar que tem jorrado muito por aqui

  11. Alex de Souza 5 de Abril de 2011 19:38

    pelo menos, tem mais de haiku que a sua tentativa, joão.

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