Mini-Saia

Oh! minhas alucinações
Barcarolas ao Amaretto
Naufrago sem barco
De uma noite larga

Milhares de minissaias invadem a cidade luz
O garçon piauiense diz que tudo ali é pequeno
Pequenas para tão grande deslumbramento.

No cawboy meninas sentam e desfilam ofuscando estrelas
A chuva cai e tudo gira nas dobras que as saias escondem.

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Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. Bartolomeu Correia de Melo 22 de abril de 2010 20:34

    Prezado João:
    Perdão se vou me enxerindo. Por minha leitura, achei que o nosso amigo Belchior (talvez, inspirado no dito: “muito cacique pra pouco índio”), quis dizer que, hoje em dia, depois da banalização do computador, todo bolinador-de-musas, virou poeta e todo prosista virou prosador (incluse eu-mesmo que, se fosse ser o que leio, juro que não seria quase nada). Abraço macho.
    Bartola

  2. Nina Rizzi 19 de abril de 2010 21:07

    a minissaia é umas das maiores invenções da humanidade, DaMata. até os anticaubóis o sabem… hehehe…

  3. belchior de vasconcelos leite 19 de abril de 2010 20:56

    João, às vezes tenho até vontade de opinar, escrever. Só não sei para que serve. São tantas as opiniões, parece que todo mundo sabe o que deve ser feito.
    Fico grado por seu comentário e o de Jarbas. Coisa de amigos. Quem sabe com um pouquinho mais de corda, me anime para escrever.

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