Minutinho

Por Tamara Martins

um, cheirinho. abracinho. um minutinho, uma amostra grátis para você. meu amanhecer, ser tua insônia, o seu vício preferido, seu café amargo, seu polenguinho, ser seu hoje. amanhã a gente pede para o tempo parar, meu dedo mindinho, maior de todos.

Comentários

Há 17 comentários para esta postagem
  1. Laélio Ferreira 9 de abril de 2011 14:44

    Viva Tamara!
    Viva Angicos!
    Viva Jarbas Martins!

  2. Jarbas Martins 9 de abril de 2011 11:32

    Final feliz, primão.Que terminou fazendo um poema em prosa para minha sobrinha Tamara.

  3. Tamara Martins 9 de abril de 2011 6:04

    Ai, que o negócio ficou arretado.
    Então, vamos por partes: “meu dedo mindinho” seria sujeito. Maior de “todos”, pq esse sujeito seria o maior de todos de tão querido que é. Mas a imaginação de vocês pode ficar livre. Tudo bem, tudo zen, aqui, do meu lado da tela. Me divirto.

    Abraços,

    Tamara Martins.

    p.s.: e a paz reinou. muda a cena.

  4. Laélio Ferreira 9 de abril de 2011 0:32

    Oh, meu fenício primo Jarbas, consagrado pelo insuspeito Baal!
    Errei sim, manchei o seu nome (arre égua!), apodando-o, injustamente, de “Jota” – mil perdões!
    Jotas são jotas, Jarbas são Jarbas – pelas barbas do Profeta e de Jota da Penha!
    E a minha meta – oh amado parente! – é descobrir se Tamara é mesmo de Angicos, se é fruto de palmatória, doce de pelo, flor da ribeira, rola sertaneja, canarinho da terra, galo-de-campina, brilho de açude, latada de maracujá, pio de mocó namorador, moça-enfeite e feiticeira da Estação, menina do Gurupá, donzela do Carrasco ou “doce filha dos cerros de Engadi” tangendo um arrabil no deserto beiral do meu e do seu castelo…
    Arre égua, mestre Jarbas – arre égua!

  5. Jarbas Martins 8 de abril de 2011 21:44

    laélio, deixou de me chamar jarbas martins, primo ?

  6. Jarbas Martins 8 de abril de 2011 21:41

    atenção, tamara é poeta, esbanja talento, e não precisa de elogio de preconceituosos machos(?) que não têm sequer coragem de mostrar a cara, hein apejota,hein chico martins?pt saudações.e viva a liberdade de expressão do substantivo plural.viva o mais democrata dos blogueiros, tácito costa
    justifico e dou fé.força, tamara.bjs, querida.

  7. Apejota 8 de abril de 2011 16:51

    kkkkk—–

  8. Apejota 8 de abril de 2011 16:50

    Êta dedinho pra gostar de cutucar, esse…aff, Tamara.

  9. Tamara Martins 8 de abril de 2011 16:48

    Ai, o que um minutinho de um mindinho num faz, né?
    E os Martins não é “parentada”. hehe

  10. Chico Martins 8 de abril de 2011 15:38

    Poesia Arderá

    Tomara que fosse real os versos
    narrados, que a dor que arde e arderá, nem súplica
    a suplicar basta

    Senti-la nas róseas partes, cravado a secretar segredos,
    tão úmidos que a dor que arde não arderá

  11. Laélio Ferreira 8 de abril de 2011 14:34

    Tamara – doce tâmara angicana, como quer o grande poeta Jota Martins.

    Desculpe, poeta!
    É que a biopoesia tem estado muito presente, aqui no lado direito do SP. E me confundi (eita!) com as suas imagens: “vício preferido”, “café amargo”, “polenguinho”, “dedo mindinho” e o “maior de todos”…!
    Atarantado, num “minutinho” – eu, que não sou cinéfilo – lembrei, aflito, daquele tango parisiense da dupla Maria e do não tão brando Marlon.
    P.S.: Saidinha ligeira, agora mesmo, pelas “esquerdas” para ligar a TV no Malafaia e no Bolsonaro!

  12. Laélio Ferreira 8 de abril de 2011 13:57

    “Todos”!

  13. Laélio Ferreira 8 de abril de 2011 13:56

    Tá certo, Jarbas!
    Eu bem que desconfiei de uma biopoesia, levando em consideração o fecho mombástico (epa!) da obra (o “maior de todo”)…

  14. Tamara Martins 8 de abril de 2011 12:26

    Menino Laélio, não entendi mto bem mas…

    o “maior de todos” saiu bem inocente na linha, ó.

  15. Jarbas Martins 8 de abril de 2011 12:21

    tamara tem ascendência angicana, gosto agridoce do fruto da palmatória.

  16. Jarbas Martins 8 de abril de 2011 12:15

    isto é um poema em prosa

  17. Laélio Ferreira 8 de abril de 2011 12:06

    Menina!
    Para que esse “maior de todos”?
    Homessa!

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