Modo de Amar. Homenagem Carnal

Por Caio Moura

Modo de amar. Uma delícia. A fenda, a Rosa , e as pernas sobre os ombros, não resisti. Comecei devagar, mas meu membro já sabia o que queria. A mente formava a imagem, a ereção apenas um súdito as ordens do desejo. Obedeci e fui adiante. Numa massagem induzida por lubrificação própria me estmulei. Aí, no pensamento, invadi-lhe as fendas, assim com ela queria, em seguida, na imagem construida, me veio um espasmo muscular e aguei-lhe a Rosa. Ofegante, recuei observando o ecesso escorrer de sua flor, umedecendo-lhe as pétalas, e entre as fendas das nádegas, me vi desejoso novamente.

Parabéns poetisa e contribuinte. Precisamos de mais e mais literatura aqui.

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