Morre Décio Holanda

Legenda original: MURIÚ: DÉCIO HOLANDA CANTOU TODAS (foto copiada daqui)

Por e-mail o escritor François Silveste informa a morte ontem à noite do ex-funcionário da Fundação José Augusto Décio Holanda, uma das grandes figuras humanas de Natal, um boêmio com alma de poeta. Tive o prazer de trabalhar com ele na gestão de François na FJA. O velório está acontecendo no Morada da Paz da R. São José, às 15 horas haverá uma missa e em seguida o sepultamento.

Comentários

Há 17 comentários para esta postagem
  1. Eleonora Tinoco 26 de outubro de 2011 0:26

    Dentre tantos adjetivos, esqueceram um dos principais: Decio foi nosso tecnico de basket no tempo dos Jerns no palacio dos Esportes e Silvio Pedrosa, quando se assisita a grande partidas entre Escola Domestica, Cpu e Ateneu. Com a sua calma tinha a capacidade de administrar os animos nas partidas decisivas.
    Cesta de tres pontos para vc Decio.

  2. Ridelson e Verana 24 de outubro de 2011 23:30

    Comunicamos à todos os familiares e amigos que a Missa de 7º Dia de Décio Hollanda acontecerá na Nova Catedral no dia 27/10/2011 às 19h.

    Atenciosamente,

    Familiares.

  3. Jarbas Martins 24 de outubro de 2011 11:46

    Décio Holanda partindo, e tanta gente ficando…

  4. João da Mata 24 de outubro de 2011 10:32

    O Irmão de Décio,

    Grande professores passaram pela UFRN. Nem sempre eles escrvem suas memórias, devia ser incentivado. Prof Ari Guerra escreveu suas deliciosas memórias em livro publicado pelo Sebo Vermelho. Outros só deixaram lembranças nas memórias de seus alunos. Curioso, Prof Pinho, Remarque, etc. etc.
    Esses caras foram pilares da nossa cidade. Dirceu era prof. de Aerofotogrametria e não enxergava quase nada. Vejam voces, a alegria da moçada que colava feito chiclete de bolinha. Saudades

  5. Karl Leite 24 de outubro de 2011 8:13

    Lamentavel o falecimento do amigo, boemio e poeta Decio Holanda. Trabalhamos juntos muitos anos na FJA. Grande figura humana. Coração bondoso. Natal e o RN perde mais uma grande figura e uma memoria fora de serie. Que Deus o tenha em bom lugar.

  6. luiz gonzaga cortez 23 de outubro de 2011 22:38

    Obrigado pelas correções, François.

  7. João da Mata 23 de outubro de 2011 13:37

    Claro, Dirceu grande engenheiro que tive o prazer de conhecer.
    Ele, Milton, Liacir e outros foram os fundadores da engenharia da UFRN

  8. François Silvestre 23 de outubro de 2011 10:13

    O comentário de Luiz Lopes, Promotor de Justiça, amigo que Décio admirava, diz melhor do que eu sobre Décio. É isso aí, mestre Lula. Caro Gonzaga Cortez, esse fato não ocorreu com Décio, mas com seu irmão Dirceu Holanda, nos anos cinquenta, quando o Dr. Dirceu veio construir o açude de Riacho da Cruz. O clube de Dr. Giovani, União Clube, quando nasceu, nós os estudantes, já havíamos derrubado o racismo do Clem. Décio conheceu Martins por meu intermédio, mais recentemente. Rá, que texto, mô fia. Se vc visse a tela tá molhada…

  9. Expedito 23 de outubro de 2011 1:33

    Décio deixa saudades até naqueles que eram de seu pouco convívio. Convivi com Décio sempre em momentos onde estava rodeado de algumas de suas melhores companhias: cerveja gelada, boa música e amigos. O conheci em um desses momentos. “Dize-me com quem andas que te direi quem és”. Décio é do bem! Emana respeito e transborda afeto. Décio se foi, mas para os amigos e conhecidos sempre ficará no tempo presente.

  10. Raíssa Tâmisa 22 de outubro de 2011 17:13

    Eu adormeci numa sexta iluminada e acordei num sábado cinza. Décio Holanda, um coração gigantesco que trasbordava nos olhos e abarcava quem tivesse perto. Essa notícia me espremeu por dentro, não passa nem um goto, avalie cair uma ficha…
    Quem o ouviu cantar “Retalhos de Cetim” sabe do que eu tô falando.
    Que vontade de ver os braços abertos, a cabeça caindo pro lado e ouvir uma voz rouca chamando “ôôô menininha…”
    Referência de doçura e generosidade, lamento pelas próximas gerações… Eu tive sorte. E agora tenho saudade e vontade de viver de novo, apertando replay num monte de coisa. É bem como minha irmã diz às vezes: “a gente era feliz e sabia.”
    Até qualquer hora, Décio.
    Aproveita e corre pros braços de Aninha que ela tá te esperando… e pode ter certeza que Décio Neto tem e terá muito orgulho do nome que carrega.
    Demore o quanto quiser aqui na minha cabeça cantando “mão, violão, canção, espada e viola enluarada…”

  11. luiz gonzaga cortez 22 de outubro de 2011 15:51

    Grande figura humana! Conhecia-o desde menino, mas não tinha laços fortes de amizade com ele, como alguns familiares. Há poucos dias, na Av. Afonso Pena, saindo do Bar Azulão, tive um rápido contacto com Décio Holanda, boêmio de longas datas. A minha intenção era fazer uma reportagem com ele sobrea sua vida e a respeito do episódio de que foi vítima em Martins, no inicio da década de oitenta ( ou década de 1970?), quando foi proibido de entrar num tal de CLEM, um clube dos ricos brancos da cidade, porque era negro. A diretoria do CLEM era racista e lá não entrava pobre, preto e empregada doméstica. Dizem que o dr. Giovane Xavier, criou outro clube, o Flamengo, onde entrava todo mundo. Bagunçou o coreto dos racistas e do dono da “rádio difusora” da praça. Mas isso é outra história.
    Que Deus o tenha e guarde dr. Décio Holanda!

  12. Luiz Lopes 22 de outubro de 2011 14:59

    Grande figura humana, Décio escorria pela vida como a natureza de um rio. Desapegado a bens materiais não se deixava, igualmente, envolver por qualquer tipo de vaidade. Sabia, intimamente, que o ser humano nascia pra ser feliz e viver com os amigos. E fê-los ostensivamente. O conheci há três anos atrás e passamos a compartilhar uma simpatia recíproca. Soube de sua morte hoje, aqui no Recife, e lamento não tê-lo conhecido antes. Avalizo sem a mínima dúvida: era um homem íntegro e do bem.

  13. José Santos Bezerra (Arara) - Fortaleza-Ce 22 de outubro de 2011 12:21

    Grande amigo e colega da turma de Economia de 1977, deixa em nossas mentes a figura incontestável de uma pessoa muito descontraída, de um companheiro de bons encontros sociais. Mesmo à distância nunca esqueci nossas brincadeiras da Faculdade, e nas raras vezes que nos encontramos em Caicó lembráva-mos sempre com muita alegria dos bons tempos que vivemos em Natal.

  14. João da Mata 22 de outubro de 2011 10:27

    Puxa vida!. Uma grande figura da cidade. Memória viva. Com a sua morte Natal perde para alem de um grande amigo, um arquivo vivo. Conhecia todo mundo. Quando uma pessoa assim morre ficamos mais só e tenho saudades dos porres e cantorias que não fizemos juntos. Vai em paz meu amigo. Um brinde a voce nesse sábado modorrento.

  15. Álvaro Gouveia 22 de outubro de 2011 10:09

    Pelo pouco tempo que convivi com Sr. Décio, perdemos ontem um Homem amigo, sempre de alto astral, boêmio. nunca mais os veraneios em pirangi vão ser os mesmos, sempre faltando aquele companheiro na mesa de piffer, sempre faltando aquela poeta cantando nos aniversários familiar, sempre faltando aquela fumaça de cigarro, dos tira gosto gostoso que so ele fazia, das dança com dona graça, e sempre aquela alegria estampada. saudades Décio Holanda

  16. François Silvestre 22 de outubro de 2011 9:06

    Quase unanimidade de afeto e respeito. Digo quase porque para os promotores do patrimônio Décio não merecia respeito. Sob o pretexto caviloso do “dever de ofício” encheram-no de processos cíveis e criminais. Alguns junto comigo. Para um ladrão processo nada significa, mas para um homem honesto e bom tipo Décio foi um atropelo que o deixou acabrunhado. Deixa saudade infinda e lembrança que dignifica sua gente e sua terra. Mais um irmão que perco!

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