Moscou é aqui

Caros amigos:

O interessante comentário sobre o filme “Moscou”, reproduzido hoje no SP, inclui um trecho que pode ser aplicado aos filmes de Eduardo Coutinho ao menos desde “Cabra marcado para morrer”:
“Com ‘Moscou’, Coutinho parece querer romper essa divisão que há entre o que está do lado de cá da tela e o que está do lado de lá”.
Sim, os estatutos de documento e ficção, verdade e imaginação foram misturados intencionalmente pelo diretor. E discordo de quem pensa nada ocorrer nesses filmes. De vez em quando, tenho a impressão de que Eduardo Coutinho tem feito o melhor cinema entre nós nos últimos anos.
Abraços:

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

ao topo