Mulheres nuas lêem grandes obras da Literatura

O Clube de Livros de Raparigas Nuas – Naked Girls Book Club – é um evento ao vivo que se espalhou por várias cidades do mundo e que consiste num espectáculo em que mulheres nuas lêem livros para uma audiência. A iniciativa começou em Chicago em Março de 2009.

O clube conta já com milhares de membros e tem como máxima a combinação da beleza com inteligência. Estas mulheres lêem grandes obras da Literatura mundial para uma plateia diversificada.

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Comentários

Há 10 comentários para esta postagem
  1. fabio matos 10 de dezembro de 2010 13:57

    maravilha!

  2. Jarbas Martins 17 de novembro de 2010 13:53

    gente sem imaginação…em algum livro nunca sentiram, o humor, os pelos, um respiro, o suor,o sangue, o sêmen de uma mulher ?

  3. Marcos Cavalcanti 17 de novembro de 2010 11:59

    Sugiro que na próxima edição da feira Literária de Porto Alegre, fora da programação oficial, ponha-se na praça estas moças a ler, com Telma a frente de todas elas. Talvez saia uma nota na imprensa televisiva.

    • Tácito Costa 17 de novembro de 2010 14:51

      Apoiado poeta, e eu vou além, vamos botar essas mocinhas em todas as feiras, festivais, bienais e que tais do país.

  4. Danclads Lins de Andrade 17 de novembro de 2010 9:48

    Leitura e… A visão do Paraíso. Isso deve ser melhor que um sarau.

  5. Marcos Silva 17 de novembro de 2010 8:39

    PS – Senti vontade de ser um homem-objeto (livro), mais para “Odisséia” que para hai-kai, garantindo leitura duradoura.

  6. Marcos Silva 17 de novembro de 2010 2:25

    Amigos e amigas:

    Tomo da rija pena para dizer que gostei do lance, com algumas restrições. Toda nudez é bela em si, não precisa ter corpo de modelo – nada contra Luiza Brunet nem Paulo Zulu, tudo a favor de nossos corpos reais, tesão não exclui celulites nem barrigas. Nesse universo, prefiro leitura mais interativa, sem divisão palco-platéia – de volta ao te-ato do Grupo Oficina. Acho legal que homens e mulheres (ou homens e homens, ou mulheres e mulheres, de acordo com a preferência de cada um, viva a liberdade!) se escrevam tatilmente nesse ato literário, mesmo que a duras penas e doces pepéis de seda. Foder é um poema – mais para Homero que para Cummings, longa duração braudeliana, para não esquecer meu campo de estudos – História.
    Acho legal essa experiência como valorização da beleza do tesão, em tempos de ascensão do Santo Ofício. E também para valorizar o tesão da escrita/leitura, em tempos de brigas por tolos prêmios literários. E sempre preservando outros estilos de escrita e leitura.
    Abraços de escritor e leitor:

  7. João da Mata 16 de novembro de 2010 22:57

    Pela leitura aceito tudo
    Gostei da idéia.
    as mulheres já são a escrita e
    o nu deixa em nós um não sei
    quê de muito sério

  8. fernando monteiro 16 de novembro de 2010 22:07

    Rapaz, uma pergunta:
    Não fica difícil não, prestar atenção na leitura?…

    • Tácito Costa 17 de novembro de 2010 8:44

      Não complique Fernando – rs. Dá muito bem pra ficar atento à leitura e às moças. No final das contas, tudo é leitura mesmo.

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