Natal

Devaneios ao lusco-fusco de uma cidade vestida de sol

A cidade onde moro talvez não exista
Pequena demais para tantos erros
O que nos desespera com tanta superficialidade e o que faz viver causa dor existe nela e fora.
A claridade escurece e a memória surge de uma autobiografia inventada
Nos Silogeus carcaças e nos grupos convenções.
Estou cercado de homens e poetas medíocres
As palavras perderam o sentido e o amor não é amor
Quem se diz escritor pode ser uma quimera e o que se mostra não é (ELE).
Inútil aspirar à filosofia, o romance em terras onde não se acredita.
Penso quão longe estamos da sabedoria e da beleza, mãe de toda alegria e
poesia.
A coragem em corpos sem ossatura. No interior escuridão.
Seres sempre eclipsados.
Uma cidade em ruínas ofuscadas pela luz branca.
De tão nítida irreal (idade).
Nos dias tão só desalento.
Foto: Devaneios ao lusco-fusco de uma cidade vestida de sol by Damata A cidade onde moro talvez não exista Pequena demais para tantos erros O que nos desespera com tanta superficialidade e o que faz viver causa dor existe nela e fora. A claridade escurece e a memória surge de uma autobiografia inventada Nos Silogeus carcaças e nos grupos convenções. Estou cercado de homens e poetas medíocres As palavras perderam o sentido e o amor não é amor Quem se diz escritor pode ser uma quimera e o que se mostra não é (ELE). Inútil aspirar à filosofia, o romance em terras onde não se acredita. Penso quão longe estamos da sabedoria e da beleza, mãe de toda alegria e poesia. A coragem em corpos sem ossatura. No interior escuridão. Seres sempre eclipsados. Uma cidade em ruínas ofuscadas pela luz branca. De tão nítida irreal (idade). Nos dias tão só desalento.

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