Natal múltipla

Vivemos a segunda década do século XXI. A Cidade do Natal preserva muito de seu passado mas assume um presente de problemas e possibilidades.
Muitos colegas do SP têm apontado desmandos governamentais que destroem patrimônios acumulados a duras penas (paisagens naturais e edificações, p. ex.).
Ao mesmo tempo, considero extremo anacronismo raciocinar sobre a cidade em termos de xarias e canguleiros, como se ela se reduzisse ainda a Cidade Alta e Ribeira. Nada contra esse bairros – cada vez menos residenciais. Tudo a favor de pensarmos sobre a expansão da cidade na direção do além-Potengi e de Parnamirim. A cidade viva, que poderá modificar aquele panorama de descaso governamental através do voto em administradores melhores, é essa. Precisamos consertar Petrôpolis, Tirol, Alecrim, Ribeira e Cidade Alta. Mas os novos bairros quase precisam de construção plena – praças, bibliotecas, teatros, galerias de arte, tudo. Isso sem falar na degradação acelerada das praias urbanas – que pode ter conserto.

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

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