Navegações do crítico e “herói vocal” Antonio Candido

Por Claudio Leal

Distanciado da crítica e da vida universitária, o professor Antonio Candido ressurgiu na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), em julho de 2011, com a agilidade humorística e a alma de conversador intocadas. Para homenagear o amigo Oswald de Andrade, ele aceitou serpentear a serra e enfrentar o frio do inverno fluminense. Da sua prosa escaparam frases que poderiam se aninhar numa crônica machadiana: “Sou uma pessoa de temperamento conservador. Uso bigode, ainda. Os jovens usam barba”.

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