Neymar e Ganso: quando o esporte se aproxima da grande arte

O jogo do Santos contra o Peñarol foi qualquer coisa de espetacular. Um futebol jogado com maestria (pelo Santos, é evidente) e a alegria contaminando todo o país e além dele.

Vejo pouco futebol, leio quase nada sobre o assunto. Não frequento estádios e nunca sei a escalação dos times (a não ser da inesquecível Seleção Brasileira de 1982 e do Flamengo da era Zico). Mas, sei reconhecer quando estou diante da genialidade (praticamente artística) de um craque do esporte bretão. E, no Santos, não há somente um. Há, pelo menos dois gênios: o moleque Neymar e sua habilidade impressionante; e o maestro Ganso, com seus “olhos de águia”, distribuindo elegantemente as jogadas.

Puxa vida! Que coisa saborosa foi assistir àquele jogo! E, ainda por cima, ver o rei Pelé extremamente emocionado, correndo doido pelo campo verdinho do vetusto e belo Pacaembu!

Contamina…mesmo!

Só fiquei chateado com as agressões sofridas pelos jogadores do Santos. Os uruguaios não souberam mesmo perder.

Mas, fico feliz com a resistência e a coragem dos craques. Não se deixam vencer pela maldade alheia.

Ah! Lembrei-me de dizer algo, em face do que ouvi durante toda a semana que antecedeu o jogo: Chupa, Maradona!

Advogado público e escritor/poeta. Membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. [ Ver todos os artigos ]

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