No Bar de Ferreirinha…

Parece que a presença do diretor geral da Fundação José Gugu pelo Bar de Ferreirinha neste domingo foi pouco amistosa. O texto a seguir foi postado no blog do bar durante a festa de lançamento do livro homônimo, escrito pelo jornalista Roberto Fontes em parceria com Pituleira. Agora, advogando para o diabo, devo dizer: convite para frequentar buteco é artigo descartável, ninguém pode ser penetra. E se o bar fecha portas aos casais ainda apaixonados barra um bloco carnavalesco inteiro que costuma desfilar pelos becos de lama da Cidade Alta. Se o nobre gestor foi descortez, indelicado ou outro adjetivo que o valha, que se abra o berreiro. Mas, sejam mais coniventes com os manicacas. Pedido de… amigo.

Vejam aí:

“O Presidente da Fundação José Augusto, um tal de Crispiniano Neto, chegou na festa do lançamento do livro dos 50 anos do Bar de Ferreirinha por volta das 14 horas.

Primeiro: chegou de PENETRA, pois não foi convidado.

Segundo: foi recepcionado elegantemente por Pituleira, mesmo sendo PENETRA.

Terceiro: dois minutos após sua chegada, foi embora alegando que estava muito quente.

Queremos dizer ao Sr.Crispiniano que qualquer lugar que ele fosse em Caicó naquele horário a temperatura estaria acima de 35 graus.

Ele com aquela cara de maracujá amassado provou que não conhece o estado a quem presta seus péssimos serviços.

Na saída ele provou que não poderia nunca ter ido ali.

Na tentativa de justificar disse que por ele ficaria, mas uma senhora, que possivelmente era sua esposa, não queria ficar.

Companheiro: MANICACA não pode frequentar o Bar de Ferreirinha.

Mas, nós até entendemos sua surpresa com o tempo quente em Caicó: é que ele nasceu em Mossoró, cidade que é considerada o pólo norte do RN.

Agora entendemos porque a cultura do estado é uma MERDA.

Seu Crispiniano, a partir de hoje o senhor não pode mais ir no Bar de Ferreirinha: lá faz muito calor e o senhor está BARRADO.

No mais, desejamos felicidades pra o senhor e seus aspones.

E para encerrar esse papo furado, VÁ CAGAR.

Em tempo: os esquimós gostam muito do senhor…”.

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