Nota da UBE/RN sobre o Instituto Histórico

NOTA DA PRESIDÊNCIA DA UBE/RN

A União Brasileira de Escritores – UBE/RN , através desta NOTA, vem prestar solidariedade ao Escritor Enélio Lima Petrovich , vítima de ataques covardes proferido pelo senhor Vandyr Villar, no dia 16 de outubro corrente, publicados na coluna Cena Urbana, do Jornal de Hoje. Por se encontrar gravemente enfermo não está podendo defender-se. Por esse motivo, a UBE como órgão de defesa da classe dos Escritores, assume solenemente esse compromisso.

Enélio Petrovich tem prestado ao longo da vida relevantes serviços à CULTURA POTIGUAR sem nada receber em troca. Se o cargo de Presidente daquela secular instituição fosse remunerado, a briga para ocupá-lo seria acirrada. Como é trabalho voluntário, ninguém quer.

Vale lembrar que a rotatividade no poder não é sinônimo de Democracia. A tão decantada Democracia Americana é, na verdade, uma ditadura de classe, alternando conservadores e liberais sem mudar o essencial. No Brasil,a Democracia conquistada a partir do governo de José Sarney não resolveu nenhum problema essencial e nunca se viu tanto horror, iniqüidade e roubalheira.

Natal/RN, 26 de novembro de 2011

EDUARDO ANTONIO GOSSON

Presidente da UBE/RN

Comentários

Há 6 comentários para esta postagem
  1. Mario Cyntra 2 de dezembro de 2011 11:00

    É incrível alguém chamar Wandyr de covarde, ele é conhecido pela sinceridade e valor a nossa memória. Sua família devotou a vida ao Instituto, Fundado por Vicente de Lemos, seu trisavô. Wandyr está desde 2007 se manifestando contra a depredação do Instituto, só agora escreveu uma carta aberta, devido ao filho de Enélio ter assumido a presidência da instituição, acho estranho ninguém ter tocado no assunto nem ter defendido uma pessoa que não era sócio e nem funcionário de lá, quando Vicente Serejo publicou a carta aberta, no dia seguinte Célio Petrovich foi colocado em seu lugar, na rua. Se Enélio não recebe nada no Instituto, por quê nunca prestou contas de seu dinheiro. Eduardo Gosson, a julgar pelos seus livros acho que ele não frequenta bibliotecas e nem ler papéis antigos, incentivo a continuar escrevendo poesias; já que ninguém ler, sua inferioridade fica escondida.

  2. Jóis Alberto 27 de novembro de 2011 17:12

    Sim, de fato Eduardo Gosson, como presidente da UBE/RN, torna-se passível de críticas, não por ter defendido um escritor conservador ou uma instituição muito conservadora, o IHGRN, mas pelos comentários equivocados acerca da democracia nos EUA e no Brasil.

    Prezado Eduardo Gosson você pode fazer um trabalho muito melhor na UBE/RN, tirando essa entidade do abandono em que se encontrava, realizando encontros e debates de escritores, etc, sem ter que se preocupar tanto em agradar gente conservadora e ‘elite’ reacionária.

  3. Jarbas Martins 27 de novembro de 2011 15:32

    Falar em A IMAGINAÇÃO NO PODER apoiemos o nome do Alex Galeno, o estudioso do genial Antonin Artaud, para a presidência da Cooperativa Cultural da UFRN.O professor José Willington Germano pretende permanecer à frente do cargo.Encabeça o movimento A PRIMAVERA GERMÂNICA !!!

  4. Jarbas Martins 27 de novembro de 2011 15:26

    Vale a pena lembrar que o sr. Enélio Lima Petrovich encontra-se à frente do Instituto Histórico e Geográfico, desde a época do governo militar,como é do conhecimento de todos.As críticas de Wandyr Villar são fundamentadas e legítimas.E viva A IMAGINAÇÃO NO PODER !!!

  5. gustavo de castro 27 de novembro de 2011 12:42

    Essas linhas escritas pelo Sr. Eduardo Gosson são inacreditáveis : “Vale lembrar que a rotatividade no poder não é sinônimo de Democracia.” “No Brasil,a Democracia conquistada a partir do governo de José Sarney não resolveu nenhum problema essencial e nunca se viu tanto horror, iniqüidade e roubalheira.” Em que país esta gente vive? Por quê não defendem a democracia no Instituto Histórico? São amantes da ditadura, das oligarquias? Que tão relevantes serviços à cultura prestou o Sr. Enélio?

  6. Alex de Souza 27 de novembro de 2011 10:37

    CACETA E PLANETA. maior amontoado de arisia por centímetro quadrado da história recente do SP.

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