Novidades do Seis & Meia

A Fundação José Gugu convocou hoje uma coletiva para explicar a situação do projeto Seis & Meia e o processo de reconstrução da Cidade da Criança. Amanhã sai matéria a respeito. E na minha coluna de domingo será tema do texto principal.

Queria comentar aqui a primeira frase proferida por Crispiniano Neto na coletiva: “Alguém esqueceu de ligar pra Fundação ou a gente esqueceu de enviar uma nota”.

A segunda opção é a verdadeira, caro diretor. Liguei por mais de uma vez na segunda-feira pra Fundação. Falei com a assessora de imprensa Rosa Moura, como, aliás, foi citado na matéria veiculada no Diário de Natal, inclusive com a promessa de que a Fundação enviaria uma nota explicativa. O diretor adjunto, Fábio Lima, também foi procurado. E necas de explicações.

A ironia no início da coletiva foi bem infeliz. A frase seguinte, talvez tenha sido pior. “Surgiu um comentário que acabamos com o Seis & Meia. Mas apenas demos uma pausa”.

A pausa em questão é de uma semana. Em seguida, o projeto será mantido até o fim do ano apenas com atrações locais, para enxugar gastos. Ora, se não houvesse o rebuliço na mídia (inclusive com matéria de capa no DN e posts contestadores neste blog) provocado pelo release enviado de que o show de Elza Soares encerraria a temporada do Seis & Meia, o projeto voltaria capenga? Nunquinha.

Noves fora, a solução encontrada é, como se diz, melhor do que nada. Volto a dizer: a crise financeira internacional chegou para todos. Não só para o Rio Grande do Norte. No estado vizinho, a Paraíba, o projeto se mantém inalterado em Campina Grande e João Pessoa. E promovido pelo mesmo produtor potiguar: Willian Collier.

Enquanto isso, na Festa do Boi…

Acredito que música, literatura e esporte são ansiolíticos dos mais eficazes; que está na ralé, nos esquisitos e incompletos a faceta mais interessante da humanidade. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

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  1. Cefas Carvalho 9 de outubro de 2009 18:50

    Sérgio, como para bom entendedor meia palavra basta, vou citar François Silvestre no livro "As alças de agave": Wilma não gosta de cultura. Gosta de diversão". Um abraço!

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