Numância

Numância

Incêndios… Esparsos…
Persistências ruídas,
Beligerância…
Ruínas silentes,
No tudo, o nada
Testemunhava-os…
O vento solitário
Zombava deles:
Numância…
Pseudo-mortos
Vagavam ágeis,
Sombrios…
Águias voavam,
Escarpando montanhas
Vingativas…
Numância… Ecoava
Ao longe…
Numância….

(Danclads Lins de Andrade).

N.A: O quadro utilizado nesta postagem é uma pintura de Alejo Vara, datada de 1880, representando o cerco de Numância, quando os Romanos sitiaram os Celtiberos dessa cidade.

Brasileiro, nordestino, alagoano, advogado, cidadão comum, simples habitante deste planeta decadente... Rs... [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo