Nunca mais

caixão

Pranteavam
O corpo inerte
E a saudade
Que se instalaria
No porvir.

Enquanto isso,
O caixão,
Indiferente
A lamentos
E prantos,
Descia…

Brasileiro, nordestino, alagoano, advogado, cidadão comum, simples habitante deste planeta decadente... Rs... [ Ver todos os artigos ]

Comments

There are 5 comments for this article
  1. Anchieta Rolim 17 de Fevereiro de 2014 18:52

    Massa!

  2. Ednar Andrade 17 de Fevereiro de 2014 20:28

    (…)

    Foi assim.
    Nossos olhos viram
    Nossos corações sentiram
    Calaram*

    Adeus Maria*

  3. Ednar Andrade 17 de Fevereiro de 2014 20:31

    Poema de saudade*
    Ou os filhos de Maria*

    *****************
    Ontem, vi descer a terra teu corpo inerte.
    Com as mãos postas sobre o peito
    Levastes em total secreto, os teus sonhos,
    tuas alegrias e risos.
    Também aquelas lágrimas,
    que por vezes não foram mais traduzidas
    … Pela falta de expressão no teu olhar cansado .
    Ali estavas, cálida, singela tão branca quando uma flor: *Dália.
    Tão santa quanto a imagem de Maria,
    Lá te deixamos, iluminada pelo Luar e estrelas***
    E agora tu, ao lado de Deus, pai de todos nós.
    Certamente no céu cantarás às seis da tarde,
    A canção que mais amo ouvir,no final de cada dia *

    Ave Maria(…)

    Rogai nos céus por nós,
    Que com saudades ,

    jamais esqueceremos teus sorrisos*

    (Ednar Andrade)

  4. Danclads Andrade
    Danclads Andrade 19 de Fevereiro de 2014 21:17

    Amigo, Anchieta, obrigado!

  5. Danclads Andrade
    Danclads Andrade 19 de Fevereiro de 2014 21:21

    Ednar, é isso mesmo.

    Sabes o motivo do poema: Maria.

    Valeu!

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