O animado cordel da belle époque

“Na grande época da alfabetização em massa, as duas décadas finais do século XIX, qual foi o livro mais lido na França? Quem pensou em Émile Zola acertou no tema e errou no autor, pois o mais vendido não foi um livro propriamente dito, antes um folheto com cinco páginas de textos, gravuras e canções intitulado O Testamento Oficial de Émile Zola, que atingiu a fabulosa marca de 160 mil exemplares em 1898. Escrito por um tal de “Zola, vulgo Javali Pornográfico”, o folheto legava a totalidade de suas obras “aos banheiros públicos, que farão delas o uso naturalmente indicado”, e terminava com a letra paródica de uma canção cujo refrão dizia: “Compuez Zola! Compuez!” (Vaiem Zola! Vaiem!).”

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