O auto e a política

“De cara, é visível o desperdício, já que a produção em si – falo de luz, som, espaço, coisas que custam dinheiro – estava lá. Mas logo ficou claro que tamanho investimento estaria a serviço de uma abordagem muito pequena de algo que sempre pode ser artisticamente gigante, que é esta invenção teatral chamada auto natalino”. (Foto: Canindé Soares)

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