O cinema não foi o mesmo depois de Elia Kazan

Por Ricardo Calil

Em uma entrevista para a revista “Trip” deste mês, o diretor teatral José Celso Martinez Corrêa, do grupo Oficina, conta que sua vida mudou depois de ver “Um Bonde Chamado Desejo” (1951), também conhecido no Brasil como “Uma Rua Chamada Pecado”: “Até então achava que as pessoas não tinham ‘por dentro’, que só eu tinha subjetividade. E as outras pessoas eram de papelão. Quando vi a Vivien Leigh, o Marlon Brando… foi o Elia Kazan quem me revelou a intersubjetividade”.

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