O Drácula do ceticismo

Misantropos e descrentes do mundo inteiro!, aproximem-se para celebrarmos juntos, com um dia de atraso, o centenário de Emil Cioran.

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  1. Danclads Lins de Andrade 10 de abril de 2011 16:15

    Provocador, ateu (para quem só a música tinha algo de espiritual), cético, descrente do mundo, pessimista, irônico, dentre outros adjetivos pouco ou nada ortodoxos, assim era Emil Cioran, filósofo romeno (nascido na Transilvânia – isso mesmo a terra de Drácula!-, na época parte do Império Austro-Húngaro) radicado na França. O autor de “Breviário da Decomposição”, “História e Utopia”, “Meu País” e “Relógio de Água” teria completado 100 anos no dia 8 de abril de 2011.

    Cioran, crítico ferrenho da humanidade e do mundo, não tinha papas na língua e dizia o que pensava. Algumas frases dele são célebres: “Os homens vivem e morrem enganados”; “História das ideias é a história do rancor dos solitários”, também afirmou que “Não tenho medo da morte, pois tenho a morte em mim”.

    Em 1995, Cioran faleceu em Paris, deixando órfãos os misantropos e descrentes do mundo.

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