O erro de cascudo

Por François Silvestre

Câmara Cascudo disse que essa terra não consagrava nem desconsagrava ninguém. Acertou na metade. Não consagra. Mas se esforça loucamente para desconsagrar.

E o pior que há um Estado Fascista, que negocia penas por delação, divulga culpas sem apuração, mente para catar luminosidade. A honra pessoal e individual nada vale. A história de quem lutou para dar a eles emprego fácil e vida boa não interessa. O que serve é a lama, que jogada contra o vento volta à cara dos fascistas.

E põem todos nós num trem que leva ao forno crematório das suas taras e dos seus recalques. Todo fascista é assemelhado. E sua moralidade não resiste à luz.

Na resposta que deram ao Novo Jornal, covardemente, esconderam meu nome. E me chamaram de “ex-presidente da Fundação”. Agora é tarde. Não pouparam divulgação do meu nome na hora do achincalhe.

Estou no ataque. E escolho as armas. Na luta de defesa da minha dignidade, da honra da minha família e do orgulho dos meus amigos, eu não estabeleço fronteiras. Se todas as armas se esgotarem, eu cago e luto com merda. Arma própria para os oponentes.

Eu tenho nome. Não sou ex de nada. Não sou promotor, não sou covarde nem sou fascista. Sou François Silvestre de Alencar.

Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Francisco 12 de maio de 2011 9:42

    Soui solidário à sua dor e luta. Oxalá consiga vencer estes “sepulcros caiados’ que vivem numa aparência de pureza. ora por você! sua vitória é certa.

  2. plinio sanderson 11 de maio de 2011 12:26

    Merda neles… Solidariedade irrestrita, amigo François!

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