O fértil desânimo de J.P. Cuenca

Foto: Jorge Bispo

Por José Castello | Para o Valor, de Curitiba
Foto:Leonardo Aversa/Agência O Globo

O limite entre a resistência e a desistência é muito estreito. Às vezes, é quase invisível. Também a fronteira entre o pessimismo e a coragem costuma nos confundir. São territórios limítrofes, em geral desérticos e habitados por nômades. João Paulo Cuenca (1978) é, sem dúvida, um nômade da nova literatura brasileira. Talvez o mais radical deles. Antes de tudo, porque não para de viajar.

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