O homem que lia Adélia Prado

Por José Castello

O acaso me instalou ao lado de um homem de turbante, que cruzava as pernas de modo desleixado, quase impedindo minha passagem. Era, porém, a única poltrona vaga. Ele nem se importou em se acomodar melhor em sua cadeira. Devorava um livro de nome intraduzível. Esforcei-me para chegar ao nome do autor: Adélia Prado.

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