O lado “obscuro” de McCartney

Quando se trata de Beatles as pessoas tem uma tendência engraçada (e errônea) de achar que conhecem demais – que conhecem tudo! “Ah, Beatles. Amo!”, “Beatles é lindo. Tão delicados. Adoro TUDO deles!” e adjacências. Essas são frases extremamente recorrentes na boca de pessoas que provavelmente só ouviram “yesterday” ou “yellow submarine” em alguma propaganda de carro. Ora, os caras gravaram 13 discos de estúdio, isso fora as tantas coletâneas de raridades, gravações ao vivo e etc., e eu duvido que metade desses “apaixonados” conheça um quinto desses discos. Sei que parece papo de beatlemaníaco, mas não é o caso. Enfim… A mesma coisa acontece quando você, por um acaso, diz que anda escutando bastante Paul McCartney.

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Do blogueiro: Pensei encontrar fatos raros do Macca, pontos de vista diferenciados. Mas achei um texto meio pedante para quem pouco descreveu saber tanto da obra do ex-beatle. Dissecou um faixa-a-faixa do segundo álbum e deu uma generalizada na obra musical do cara. E só. Mas vale uma lida, ainda assim.

Jornalista por opção, Pai apaixonado. Adora macarrão com paçoca. Faz um molho de tomate supimpa. No boteco, na praia ou numa casinha de sapê, um Belchior, um McCartney e um reggaezin vão bem. Capricorniano com ascendência no cuscuz. Mergulha de cabeça, mas só depois de conhecer a fundura do lago. [ Ver todos os artigos ]

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