O meu amor ama

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu a quis, e às vezes ela também me quis…
Neruda

Meu amor me ama e eu a amo
Mas quando a procuro não encontro
Ela está preocupada com os seus afazeres e egoísmos
Procuro no presente e ela está no passado
Quando à noite estamos juntos o sono do cansaço nos separa.
Minha amada me ama e eu amo minha amada
Ela diz que me encontra em todos os lugares e musicas.
Quando ela mas fala está em silencio.
Meu amor aprendeu do amor os gritos e sussuros
Minha amada não me pertence ela é rio, floresta e a solidão das montanhas.
Ela é bela porque contemplada.
Nos amamos intensamente mas a vida no separa.

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Comments

There are 4 comments for this article
  1. Oreny Júnior 19 de Dezembro de 2013 17:22

    é ímã e separação, quem tentar compreender ou conjugar tal verbo, desassossega
    abraços, damata
    felicidades

  2. Adélia Danielli 19 de Dezembro de 2013 20:02

    Lindo Damata, essa presente ausência, que nos inspira e perturba, Acho que todo poeta tem uma ausência incurável na alma. bjs

  3. João da Mata
    DAMATA 19 de Dezembro de 2013 21:36

    Obrigado amigo Oreny. Realmente desassossega o amor.

  4. João da Mata
    DAMATA 20 de Dezembro de 2013 10:57

    Obrigado poeta Adélia Danielli. Isso mesmo de ausencias, silencios e sombras tambem é feita a vida. Abraços poéticos.

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