O novo Papa e a ditadura militar argentina

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O cardeal Bergoglio e os trinta anos do golpe na Argentina.

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Comentários

Há 5 comentários para esta postagem
  1. François Silvestre 15 de março de 2013 13:54

    Sou ateu. Filho de padre, irmão da minha mãe. Estudei cinco anos interno em colégio de padres. Fui marxista militante. Fui advogado de defesa. Sou de uma geração acusada sem provas. Vivo o presente de promotores ávidos de holofotes que acusam sem provas, pra justificar o bom salário sem grande utilidade social. Vejo os inquéritos de homicídios, sob a coordenação do Ministério Público, mortos nas prateleiras na companhia das vítimas. Essa acusação contra o novo papa me parece oportunismo de aparecer. Ateu, torço pelo Para Francisco. Depois de Ângelo Giuseppe Roncalli, o João XXIII, ele é o menos ruim da igreja. E bem melhor do que Edir Macedo, Silas Malafaia e Romildo Soares, os renegados de Lutero.

  2. Bethânia Lima 14 de março de 2013 9:08

    acho que a igreja católica já foi mais inteligente ou era um outro tempo não sei… a igreja criou um imbróglio com esse bergoglio…

  3. Tácito Costa 14 de março de 2013 8:39

    Olhos na tela do computador e ouvidos no Bom Dia Brasil, que acabou agorinha. “Vida franciscana, simples (anda de transporte público), paizão …”, um panegírico sem fim a cobertura global. Uma única referência, coisa de segundos, sobre o passado real do novo papa, sua ligação com a ditadura argentina.

  4. Anchieta Rolim 13 de março de 2013 20:35

    Tá danado… Francisco não vestiu nem a casula e já se meteu nisso tudo. E agora?

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