O povo que matou a morte

Por Pablo Capistrano

Nelson Rodrigues costumava a repetir em suas crônicas que ainda manteria a sua fé na humanidade enquanto, ao lado de um cadáver estendido na rua, surgisse, misteriosa e solidariamente, uma vela para guardar o morto.

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Comments

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  1. Tânia Costa 14 de Julho de 2010 9:31

    São sempre tão pertinentes e profundos seus textos. Remetendo quase sempre a uma reflexão do que ainda restou de humanidade. “Mergulhamos na estrutura profunda das forças da matéria e desempacotamos as energias ocultas da terra. Armazenamos, direcionamos, processamos e instrumentalizamos essas energias e os mistérios antigos dos velhos deuses se calaram lentamente”.

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