O remake como ato espúrio

Por André Setaro

De uma maneira geral, não gosto de remakes, mas compreendo que há a necessidade de, às vezes, adaptar-se um roteiro interessante aos tempos contemporâneos. Mas quando se trata de um filme maior, de uma obra-prima, o remake é inadmissível. Não se pode, por exemplo, fazer um remake de Cidadão Kane. Este é o que é e ponto final.

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Comentários

There is 1 comment for this article
  1. João da Mata 2 de novembro de 2010 21:14

    De Remake

    Acho esse comentário uma grande bobagem.
    Há filmes que crescem com os remakes. Assim como há temas inesgotáveis. Eternos
    Atemporais. O remake Madame Bovary do Chabrol é melhor que o filme original.
    O D. Quixote já foi filmado dezenas de vezes e ainda espera uma versão satisfatória mesmo sabendo que não é a única.
    O remake do Fausto é muito bom. E assim por diante.

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