O samba como símbolo de brasilidade

Cantar pode ser uma forma de ler, de comunicar, de contar uma história, de expressar opiniões e sentimentos, defende Pedro Bustamante Teixeira.

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Comentários

Há 9 comentários para esta postagem
  1. Marcos Silva 20 de novembro de 2011 7:05

    É necessário relembrar, em português corrente: estamos entre iguais, ninguém dá ordens a ninguém, não obedeço a ordens de ninguém.
    Aproveito para registrar que gostei muito da paisagem de Pipa.

  2. Godot Silva 19 de novembro de 2011 23:56

    Friedrich Nietzsche – quando não gostava de certa coisa – a chamava
    de nojenta. Esse seu desprezo pela verdade – parece-me – algo nojento!
    Dizer o que não sabe nem tem conhecimento, é como atirar em si mesmo!
    E mais: é como diminuir-se como historiador e brasileiro!
    Essa coisa de germanidade NUNCA FOI UMA DAS BASES DO NAZISMO,
    Senhor Marcos! – Explique-se!

  3. Marcos Silva 19 de novembro de 2011 17:35

    Godot:

    Sou muito ocupado. Não respondo a provocações.

  4. Godot Silva 19 de novembro de 2011 17:28

    Dizer que “a germanidade foi uma das bases do Nazismo” (Sic),
    é o mesmo que dizer que a brasilidade foi uma das bases da Ditadura – aqui, como lá, muitos se opuseram… –. Soa como escólio de natureza artificiosa,
    sem nenhum compromisso com o rigor histórico que o assunto merece.
    O que é mesmo “germanidade”? Was ist das? Ich bin absteigend

  5. Marcos Silva 19 de novembro de 2011 13:23

    Gosto dessa canção de Gil: o reino da ficção (poética…), tudo acontece no sítio, como na casa de Irene (velha canção, só maiores de 50 lembrarão dela).
    Brasilidade (lusitanidade e congêneres) é/são ficções. Às vezes, perigosas: a germanidade foi uma das bases do Nazismo. É preciso criticar tais ficções, impedir que elas sejam apropriadas por assassinos.

  6. Godot Silva 19 de novembro de 2011 12:30

    Concordo com François. Esse termo – brasilidade – me faz lembrar a música de Gilberto Gil, Sítio do Pica-Pau Amarelo – Marmelada de banana, bananada de goiaba / Goiabada de marmelo / Sítio do Pica-Pau amarelo / Sítio do Pica-Pau amarelo…

  7. Marcos Silva 18 de novembro de 2011 21:57

    François levanta uma questão importante. Entendo que, enquanto existir nação, esses comportamentos persistirão, às vezes de maneira excludente e preconceituosa. Certamente, existem argentinidade, americanidade, lusitanidade etc. Sou francamente contrário a qualquer sentimento que pretenda fixar esses valores. Melhor pensar que a cada hora rola um Brasil, um Portugal, uma Argentina.

  8. françois silvestre 18 de novembro de 2011 16:47

    O que danado é “brasilidade”? Existe portugalidade? inglaterralidade? americanalidade? argentinalidade? Me parece coisa de jaboticabalidade!

  9. Marcos Silva 18 de novembro de 2011 13:27

    Gosto demais de samba. Não gosto desse lance de símbolo da brasilidade. Isso me lembra Estado Novo, centralização (tem samba no Brasil inteiro mas o do Rio de Janeiro aparece como mais samba…). Prefiro pensar numa brasilidade sem símbolo físico, uma brasilidade se fazendo.

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