o ser só

O ser só é
ao mesmo tempo inseguro e forte.
Duas solidões não se unem, aprendi.
O amor-talvez,
Seja a maior de todas as transgressões.
As outras, são:
A Ironia, a sátira e o riso contra todas as ideologias e tiranias.
Ria. Ria muito. Rio também potengi do amor e da dor.
O dia dei-o. O DIAMANTES.
Pretendia sair para ver as ruas e as meninas, mas, o
Parabrisa não funciona e (só) posso brincar de adeuses.
Quando a brisa aqui abunda.

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Comentários

Há 6 comentários para esta postagem
  1. Edjane Linhares 22 de maio de 2011 9:29

    Aguardo, bjs.

    Todos se sintam convidados para a festa. Tácito tem o meu telefone.

  2. Oreny Junior 21 de maio de 2011 22:41

    ribeirão,
    abs primo

  3. Ednar Andrade 21 de maio de 2011 21:41

    “O ser só é ao mesmo tempo inseguro e forte” (Da Mata).

    … seco o rio
    De tanto lavar o pranto.
    Me banho… Não rio …
    Só, rio…, Rio… Quase mar…

    (Ednar Andrade).

    Beijos, querido.

    E um feliz fim de semana, com rio de risos.

    PS: E nem sempre estar só significa ser sozinho.

  4. Danclads Lins de Andrade 21 de maio de 2011 20:57

    Eu rio, eu lagoa… Mar… Maravilha!

  5. João da Mata 21 de maio de 2011 20:05

    Obrigado querida pela lembrança e o religare.
    Lembrei de Lydia e de voce.
    Espero ir a Caicó na festa de Sant´ana
    bjs

  6. Edjane Linhares 21 de maio de 2011 19:18

    João, eu hoje só rio. O mar é muito pra mim.

    P.S. Quando encontrar o texto sobre Religare te enviarei.

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