O soldado gay

Por Alderico Leandro

Essa é demais! O Congresse dos Estados Unidos aprovou que um soldado homossexual possa dizer que éhomossexual. Isso foi agora, dia 28 de maio de 2010. Se essa moda pega o Brasil vai ter muitos homossexuais que então eram enrustidos e podem proclamar a sua fama. E tem no Congresso Nacional, nos departamentos públicos e até mesmo no Itamaratí. Esta semana a tv do senado divulgou uma entrevista com um homossexual. Ele pede que o Congresso aprove a lei que faculta casamentos entre homens e homens e de melheres com mulheres. Agora só falta o Congresso aprovar lei que permita um homossexual ser um General.

Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Marcos Silva 30 de maio de 2010 9:46

    Prezado Alderico:

    Como vc não respondeu a meu comentário, considerarei que a mensagem sobre soldado gay não era ironia.
    Pessoalmente, não vejo necessidade de ninguém declarar publicamente o que gosta de fazer na cama. Considero isso assunto de privacidade, falamos apenas para a pessoa que desejamos ter como parceira ou parceiro.
    No caso específico do Congresso americano, parece-me que estão garantindo igualdade de direitos para homossexuais e heterossexuais: ninguém se admira que um rapaz, soldado, declare ser heterossexual, gostar de namorar moças, sentir tesão por elas e transar com elas; a partir daquela decisão do Congresso, é igualmente legal (no sentido de dentro da lei) um rapaz dizer as mesmas coisas em relação a outros rapazes, se esse for seu desejo.
    Nã me sinto agredido quando alguém declara que gosta eroticamente de pessoas do mesmo sexo ou de pessoas do outro sexo. Considero isso um direito de cada um.
    Vc fala que, daqui por diante, os “enrustidos” poderão “proclamar a sua fama”. Considero muito adequado o verbo “poder” – não serão obrigados a fazê-lo. Ao mesmo tempo, estarão declarando algo óbvio: que têm sexualidade. Vc localizou candidatos a declarações públicas desse tipo “no Congresso Nacional, nos departamentos públicos e até mesmo no Itamarati”. Com certeza, estão lá e em todo lugar: algum espaço da sociedade se manteve imune à presença de heterosexuais e homossexuais? Seu receio final foi que o Congresso venha a “aprovar lei que permita um homossexual ser um General”. Não conheço lei que o impeça. De qualquer maneira, no plano da lei, não há exigência sobre orientação sexual para atribuição daquele posto. Comentam que Alexandre, O Grande, era homossexual – o que considero absolutamente irrelevante.
    Penso, Alderico, que a questão diz respeito apenas a direitos civis. Ninguém será obrigado a ser homossexual, como ninguém é obrigado a ser heterossexual.
    Abraços:

  2. Marcos Silva 29 de maio de 2010 18:24

    Alderico:

    Não entendi sua mensagem. Desculpe a pergunta: é tudo ironia? Se não for, enviarei outro comentário.
    Abraços:

    Marcos Silva

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