O universo surgiu do nada e não precisa de Deus

Lançamento mundial de El gran diseño pode ser comprado em casadelibro.com

Ainda sem tradução em portugues

Una obra imprescindible con nuevas respuestas a las cuestiones últimas de la vida.

Aun antes de aparecer, este libro ha venido precedido de una extraordinaria polémica sobre sus conclusiones: que tanto nuestro universo como los otros muchos universos posibles surgieron de la nada, porque su creación no requiere de la intervención de ningún Dios o ser sobrenatural, sino que todos los universos proceden naturalmente de las leyes físicas.

El gran diseño

Este libro de Stephen Hawking y Leonard Mlodinow sobre los descubrimientos y los progresos técnicos más recientes nos presenta una nueva imagen del universo, y de nuestro lugar en él, muy distinta de la tradicional e, incluso, de la imagen que el propio Hawking nos había proporcionado, hace ya más de veinte años, en su gran libro Historia del tiempo.

En los últimos años, el desarrollo de la teoría “M” (en realidad toda una familia de teorías enlazadas sobre física cuántica) y las recientes observaciones realizadas por los satélites de la NASA, nos permiten ya enfrentarnos a la pregunta fundamental: la Cuestión Última de la Vida, el Universo y el Todo. Si esta teoría última es verificada por la observación científica, habremos culminado una búsqueda que se remonta a hace más de tres mil años: habremos hallado el Gran Diseño.

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Comentários

Há 8 comentários para esta postagem
  1. Carlos Augusto Luz Barros 27 de dezembro de 2010 19:05

    No momento penso que o Universo é atemporal, embora nós humanos vivamos com o parâmetro tempo, que alinha nossas vidas.
    O Universo nunca nasceu e nunca morrerá e isto ainda não sabemos explicar.

  2. João da Mata 8 de novembro de 2010 16:16

    Criado os primeiros instantes do Universo

    O Grande Colisor de Hádrons (LHC) iniciou no domingo as colisões de alta energia entre íons de chumbo – núcleos atômicos contendo 82 prótons – projetadas para gerar temperaturas milhares de vezes superiores às existentes no núcleo do Sol. O objetivo é partir os prótons e liberar as partículas que os constituem, produzindo o chamado plasma de quark e glúons. Esse, acreditam cientistas, era o estado em que a matéria se encontrava imediatamente após o Big Bang.

    Cientistas do Cern esperam revelar dimensões ocultas em 2011

    LHC pode ter detectado um novo fenômeno físico, dizem cientistas

    O experimento que testa os limites da Física

    Com o passar do tempo e o resfriamento e a expansão do Universo, o plasma teria se condensado para dar origem aos átomos que compõem a matéria visível que compõe estrelas, galáxias e planetas.

    A produção do plasma já havia sido anunciada, em fevereiro deste ano, por cientistas trabalhando com íons de ouro em outro acelerador, o Colisor Relativístico de Íons Pesados, ou Rhic, localizado no Laboratório Nacional de Brookhaven, nos EUA. O LHC fica na fronteira franco-suíça, e é controlado pela Organização europeia de Pesquisa Nuclear, o Cern.

    Curiosamente, os resultados do Rhic mostram que as partículas no plasma se comportam como se ainda estivessem fracamente ligadas entre si, como num líquido – e não de forma independente, como num gás. O comportamento” gasoso” do plasma era uma previsão feita pela teoria.

    Espera-se, agora, que o gás de quarks e glúons venha a ser observado nas temperaturas atingidas pelo LHC, que são de duas a três vezes maiores que os 4 bilhões de graus Celsius obtidos pelo Rhic.

    Os cientistas do LHC também esperam conseguir acompanhar a evolução do plasma de quarks e glúons à medida que a nuvem de partículas gerada pela colisão dos núcleos se expande e se resfria, dando origem a formas mais comuns de matéria.

    http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,lhc-comeca-a-criar-miniaturas-dos-primeiros-instantes-do-universo,636677,0.htm

  3. Marcos Cavalcanti 25 de outubro de 2010 22:42

    Caro Nicolau, o que quer que exista, existe no espaço e no tempo (fora destas duas razões, não há existência). Assim, a partícula (que supostamente conteria toda a potência do universo) tinha que estar contida em algo – espaço antes da explosão – e no tempo. Do contrário, não seria possível a sua existência. Assim, a resposta a: o que existia antes da partícula? ainda não encontra reposta plausível na própria ciência ou nos que advogam essa teoria. Não creio que seja possível também um efeito sanfona, mas admitindo que isso fosse possível, ainda assim não haveria o desaparecimento do universo, só um efeito sanfona. Também acredito que há muito por ser descoberto pela ciência, mas um dia, talvez mesmo a ciência possa não mais existir no universo, se isso acontecer, não será o apocalipse, restará o próprio universo em sua inabalável soberania em eterna mutação.

  4. Nicolau 25 de outubro de 2010 16:28

    Bem, pelo pouco que sei concluo o seguinte: como o tempo e espaço estavam comprimidos em uma particula infinitesimalmente pequena e densa, pode se dizer que o tempo e espaço dessa particula era praticamente 0. Ela não ocupava “nenhum” lugar no espaço e consequentemente não existia tempo. Passou a existir essas variáveis (tempo e espaço) a partir do momento que essa particula começou a se expandir.

    Quanto ao fim do universo acredito que existam duas hipoteses aceitas pelo cientistas. Uma é que ele irá se expandir infinitamente até a morte de todas as galáxias e tudo irá ficar sem vida e frio. Outra é que a gravavidade superará a aceleração do universo, causado pela energia escura, e tudo irá se contrair, até novamente uma infinitesimalmente pequena particula, e quem sabe aconteça outro Big Bang, gerando assim um efeito sanfona.

    Não considero tudo isso verdades absolutas, e tenho certeza que há muita coisa a ser descoberta ainda. E para isso temos que juntar cientistas como o Da Mata, e filósofos como o Marcos Cavalcanti.

  5. Marcos Cavalcanti 25 de outubro de 2010 14:47

    Vamos então atribuir uma idade ao tempo(cujo CONCEITO é humano): o tempo tem a idade do universo, logo, o tempo não tem idade, posto que não teve um tempo 0. Implica dizer que o universo também não tem idade. Como disse: foi, é e sempre será (aquele oito deitado que todos conhecem).

    A teoria do Big Bang não é aceita em todo o meio científico, deve haver muitas vozes discordantes, e se não há, veja o argumento: se existia uma partícula superconcentrada que continha todo o universo, onde estava (no tempo e no espaço) essa partícula? Não pode ter existido tal partícula, a menos que expliquem onde ela estava. Partindo desse entendimento, não posso crer também que a ciência possa datar o universo, que é atemporal.

  6. Nicolau 25 de outubro de 2010 13:01

    Hoje pode-se dizer com segurança que o universo tem em torno de 13,7 bilhões de anos, ele não é atemporal. A teoria do Big Bang é aceita em todo meio científico. Um fato interessante é que boa parte da nossa matéria bariônica (a da tabela periódica, míseros 3% do universo) foi criada por fusão nuclear das estrelas. Isso que dizer que todos nós uma dia estivemos em seu útero… somos todos filhos das estrelas.

    Este livro deve ser interessantíssimo… um dia darei uma lida. Abs.

  7. João da Mata 25 de outubro de 2010 8:45

    Calma ai Marcos,

    O papo não pode ser fundamentalista e encerrado assim: fim
    Penso que voce acredita que existe uma ciencia in progress.
    Penso que voce sabe que o universo é constituido de mais de 95 % de energia e massa escura, diferente da massa que conhecemos ( luminosa: barionica).
    Acredito tambem que voce sabe que o universo está em mutação: No inicio não havia materia. Hoje o universo não só expande como acelera.

    o desenho do título é no sentido de cenário. Um cenário possivel com base nas ultimas ( e não finais) teorias físicas. Teoria M

    Estou ansioso para ler o livro

  8. Marcos Cavalcanti 25 de outubro de 2010 8:26

    Coisa alguma é possível advir do nada e isso é óbvio. O curioso é que o texto diz que todos os possíveis universos são provenientes das leis físicas ( e as leis físicas são o nada?). Não há “universos” ou diga-se universo, com toda a sua complexidade, no singular, ou utilize-se simplesmente o termo “cosmos”. Não sou físico, geólogo, astrônomo, mas tenho a firme convicção de que o universo foi, é e será sempre esse complexo em eterna mutação. Não há que se falar de um início do universo, o universo é atemporal. Também não ha´ que se falar em panteísmo, pois tal concepção dispensa completamente a noção de divindade contida no próprio universo(natureza). Tudo que nele existe, penso, nada tem a ver com desenho ou desenhista, tudo é consequência aleatória de si mesmo, portanto não há concepção, criação volitiva ou consciente, e como diria Raul, fim de papo.

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