O velho e o velho

Caros amigos:

O texto de Emir Sader aqui reproduzido é de grande interesse. Alguns tópicos pontuais merecem comentários respeitosamente críticos:

1) A chapa Tancredo/Sarney era a conciliação entre o velho e o velho. Não no sentido de idade, claro, mas no sentido de políticos comprometidos com passados pesados. Digamos que foi uma obra-prima da transição autorizada – como os ditadores queriam!

2) A dicotomia estado/mercado, na inteligente análise, finda deixando em suspenso os direitos de homens e mulheres comuns. Dá a impressão de que estruturas gigantescas lutam entre si. Silencia-se o silenciamento da vontade popular – tratada como manipulável por uns ou por outros. Receio que a discussão se dirija para a definição do melhor tutor.

Abraços:

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

ao topo