Ocupar é preciso

O movimento das ocupações em São Paulo transbordou a causa pontual da luta contra o fechamento de 92 escolas: constituiu um novo sujeito político que experimentou práticas democráticas de gestão escolar, de convivência, de aprendizagem, de relação escola-comunidade. Foi um laboratório de produção de bem comum, de maneiras de pensar, dizer e fazer heterogêneas às “moldadas” pelo sistema oficial de ensino.

Por isso precisa continuar, se expandir, envolver novos atores e exigir que o estado não apenas dialogue sobre questões específicas, mas a partir do que está sendo gestado contribua – apenas como mais um ator – na construção de um novo modo de fazer e viver a educação pública.

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