Olhos da cidade

Por Ednar Andrade

Os olhos da cidade, Estão inquietos; Chegou o vazio… Chegou lenta a noite. Chegou! E um açoite ameaça o velho… Que mora nas calçadas… Ele sabe o cheiro: “da fome e do frio”. (Os olhos da cidade… Estão assustados; Os meus,… Ficam pensando) Como é tudo opaco, Quando a cidade, breve, Parar para o seu sono.

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