Os H-ais…

as

Há braços que abraçam
E mãos que acenam em gestos sutis…
Bocas que sorriem e mentem,
Olhos que parecem dizer poemas.

Silêncios barulhentos…….

Tempestade no deserto,abrigo sem teto.
Amplidão dos desgraçados…
Assombro de trovão.
Adeus e vago.Eu vago e divago…

Há rimas na dor, no olho segredo.
Na casa janelas, na porta solidão…
Na cama a seda, sedenta e fria a alma
No caos as perguntas ,respostas vãs…

Há vida ,há vida…
Onde só há morte.
Segredo de túmulo ,sorte…
Sem rumo ,no Norte Sul-vamos;

…E ainda que não pareça
Há!! como tudo que pulsa dentro desta morte…Sangue .
Há uma fonte que jorra maldade,insanidades.
Há- quem fica,quem parte .

Estradas sem rumo
Palhaços e circos
Crianças e velhos
Vida e morte,flor e espinhos,

Duvidas e medo,amor e amores
Saudades,alegrias ,sorrisos e dores,
O que grito o que calo…Ha!!!!!!
Quantos são os H-ais da vida???

Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. Anchieta Rolim 2 de julho de 2012 11:45

    Que maravilha…Parabéns Ednar!

  2. João David 2 de julho de 2012 11:44

    Que belo poema! Parabéns Ednar.

  3. João da Mata 2 de julho de 2012 11:09

    Minha amiga. Isso é uma tremenda quadra. E eu não tenho nenhum par. Perdi. Só blefando! Ha braços.. Mt bom o Carito perto da gente. Aises.

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