Os limites do ativismo político nas redes sociais

Por Malcolm Gladwell

O ativismo em redes sociais como o Facebook e o Twitter deriva de vínculos fracos entre seus participantes, que não correm riscos reais como os militantes tradicionais, unidos por vínculos fortes, em ações hierarquizadas e de alto risco, tais como as organizadas durante a campanha pelos direitos civis nos EUA dos anos 60.

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Comentários

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  1. Tácito Costa 19 de dezembro de 2010 19:30

    A comparação entre o movimento pelos direitos civis no EUA e as redes sociais pareceu-me forçada. O mundo mudou muito de lá pra cá. Novas realidades devem corrresponder a novas formas de lutas. Não se trata de imaginar que as redes sociais sejam panacéias. Nem tampouco desconhecer sua importância. Acho que as redes sociais podem contribuir para mobilizar as pessoas para determinadas lutas ou movimentos. A abordagem de Malcolm Gladwell pareceu-me conservadora, voltada para minimizar a força das redes.

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