Otto escreve a Mário

“Na noite de 10 de setembro de 1944, em Belo Horizonte, um grupo de jovens escritores locais escoltou Mário de Andrade ao recéminaugurado Cassino da Pampulha. O autor de Macunaíma fora a Minas dar andamento aos preparativos do i Congresso Brasileiro de Escritores, que aconteceria dali a poucos meses. Entre seus acompanhantes estava Otto Lara Resende, então com 22 anos. Na “noite dramática”, Otto homenageou o mestre paulista com um poema que redigiu à mão. Catorze dias depois, Mário escrevia-lhe uma longa carta, que trazia uma versão datilografada do poema. Encontrando este material no acervo do Instituto Moreira Salles, serrote reproduz a seguir o poema esquecido e a carta inédita, na qual o próprio Mário se espanta com a estima sincera que se criara entre os dois: “Era a velha amizade que nos surpreendia no início do caminho”.

Leia a carta AQUI

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