OUTRA

tornar-se hamburger

carne moída entreoutra

cada dia

depois

à espera de quem não

homem mulher

dilacerar-se entredentro

enlaçada língua

ainda ácida

áspera bela

outra

lento passar

sair quente

experiência antes viva

sem lembrança

outra sorte

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 4 comentários para esta postagem
  1. Marcos Silva 28 de novembro de 2011 1:33

    Anne:

    Não vi vc tb na semana do FLIPIPA. Saudades, beijos.

  2. Anne Guimarães 26 de novembro de 2011 22:47

    Marcos querido….
    Não esqueci de você, meu menino!
    Saudades e beijos coloridos.
    🙂

  3. Marcos Silva 26 de novembro de 2011 20:15

    Jarbas:

    Obrigado pelo incentivo. Lamentei não ter encontrado vc em Pipa. Ocorrerão novas idas a Natal.
    Abraços:

  4. Jarbas Martins 26 de novembro de 2011 11:23

    bom o teu poema, Marcos.

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