Pablo Capistrano/Entrevista

IC– Natal passa uma impressão de sempre ser uma cidade um Devir, de um vir a ser, mas pouco ou nunca se realiza? Dá para tecer alguma teoria do que acontece?

Pablo Capistrano – Acho que as coisas acontecem! O natalense, com seu astigmatismo fundamental, é que não consegue enxergar, porque se compara muito. Em Natal, o quintal do vizinho é sempre mais florido e, a mulher do vizinho, sempre mais bonita.

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