Passastes

francesco furini
(Francesco Furini).

Mas, agora, já não és…
Não hás..
Não vais… Nem tens…
Apenas estás…
.
Sem boca,
Sem mãos,
Sem razão…
Passastes…

Segues…
Cega,
Sem calma,
Sem riso,

Para que razão?
Só o medo,
A dúvida,
Ingratidão.

(Ednar Andrade).
26.09.2011).

Comentários

Há 7 comentários para esta postagem
  1. Ednar Andrade 15 de outubro de 2011 9:09

    Queridos, desculpem a demora dos agradecimentos. “Ando por aí querendo me encontrar”, sem tempo…

    Rsrs… Beijos.

    Feliz fim de semana para todos nós.

  2. Ednar Andrade 15 de outubro de 2011 9:07

    Passa Oreny, poeta, querido, passa… “Eles passarão, eu passarinho”,pássaro livre na amplidão da minha verdade. Sem maquiagem, sem medo das sombras.

    Beijos, querido.

  3. Ednar Andrade 15 de outubro de 2011 9:04

    João, querido, quanta saudade de ti. A vida tem passado por mim.

    Beijos.

  4. Ednar Andrade 15 de outubro de 2011 9:03

    Obrigada, Paulo Caldas Neto. Sem a sombra negra da hipocrisia, também sinto que sou encharcada de sentimentos.

    Abraço,obrigada.

  5. Oreny Júnior 13 de outubro de 2011 13:30

    Ednar, querida
    assoletra Quintana,
    eles passarão
    eu passarinho,
    Beijos

  6. João da Mata 13 de outubro de 2011 12:00

    “Passastes na minha vida vaidosa desiludiada triste mendiga de amor…” ( rs)

  7. Paulo Caldas Neto 13 de outubro de 2011 11:54

    Lindo poema, Ednar! Parabéns. Pelo que vi você é poetisa sensível que capta cada detalhe por trás da aparência das coisas.

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